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Refletir a Pandemia

E mais uma vez estamos passando por essa fase desafiadora, que traz consigo inúmeros sentimentos, incertezas e sensações.

Racionazilizando a pandemia

por Anaclaudia Ramos

Lockdown


Uma palavra cada vez mais habitual -infelizmente- que ouvimos nos telejornais, internet e de pessoas conhecidas, que muitas vezes traz consigo sentimentos difíceis de lidar.


Pensar no Lockdown não é nada normal ou bom, já que ao pensarmos sobre, podemos sentir a sensação de estarmos presos, além de muitas vezes, o medo e a insegurança serem despertados, junto com toda a incerteza que estamos vivendo neste último ano…


Porém, é muito importante frisar que tudo que nos ameaça, nos desestabiliza ou nos deixa inseguros e com medo, também pode ser um motivo para nos fazer pensar sobre o assunto de forma racional, refletir sobre tudo o que está acontecendo, o porque das possibilidades virem a se concretizar, e assim conseguirmos minimamente compreender a situação, mesmo que não concordemos com ela.

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Outro ponto fundamental sobre o Lockdown, que cabe uma reflexão mais profunda e precisa ser ressaltado, é que há mais de um ano nossos profissionais da saúde – não só médicos e enfermeiros, mas todo o quadro que compõem as unidades de saúde e hospitais -, vem lutando diariamente para salvar vidas, maltratando suas próprias vidas, esgotado-se fisicamente e mentalmente.


E o que temos visto, são desrespeitos as vítimas e suas famílias e a estes profissionais. Um desrespeito à vida, quando nos deparamos com pessoas sem máscara, participando de aglomerações, consumindo bebidas alcoólicas em bares e festas, aumentando o risco de serem contaminados e contaminarem suas famílias ao retornarem para casa.


Lidar com o Lockdowm é, sem sombras de dúvidas desafiador para todos, mas não podemos deixar de lembrar que ele foi, mais uma vez necessário, devido ao aumento de casos, de vitimas acometidas pela Covid-19, e ele é, atualmente, uma medida que tenta conter o avanço da doença, já que as vacinas estão a passos largos.


Lembre-se: quanto mais casos tivermos, enquanto não reduzirmos o número de pessoas acometidas pela doença ainda invisível, não teremos condições de reestabelecer a vida financeira do país, assim como retomarmos os velhos hábitos e as rotinas de forma segura.


Por fim, enfatizamos que, cabe a todos nós uma reflexão sobre tudo o que está acontecendo e fazermos o melhor não só para si, mas pra um bem coletivo. Cabe a nós, como sociedade, pensarmos no todo e termos mais empatia e respeito pela vida.


Juntos passaremos por mais esse desafio.

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